O impacto do novo indicador do monitoramento da garantia de atendimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS nas operadoras de planos de saúde

Autores

  • Gislaine Pires Villas Boas Advogada e Psicopedagoga
  • Goldete Priszkulnik Mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto

DOI:

https://doi.org/10.66305/jbas.v5i1.34

Palavras-chave:

ANS, Saúde suplementar, Garantia de atendimento

Resumo

O presente artigo trata-se de uma reflexão sobre o atual cenário das Operadoras de Planos de Saúde em relação ao novo cálculo adotado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS no monitoramento das garantias assistenciais por intermédio das NOTIFICAÇÕES DE INTERMEDIAÇÃO PRELIMINAR – NIPs.  Em apertada síntese, iniciamos o presente artigo com breve explanação sobre este instrumento, explicando o novo indicador, a perspectiva da Agência Reguladora com esta ampliação da base de cálculo e o impacto técnico, regulatório e jurídico nas Operadoras de Saúde.

Biografia do Autor

Gislaine Pires Villas Boas, Advogada e Psicopedagoga

Pós-graduada em Direito Contratual pela PUC/SP e pós-graduada em Psicopedagogia Baseada na Análise do Comportamento Aplicada – ABA pelo Centro Universitário Celso Lisboa em parceria com Cbi of Miami. Membro do GNT Saúde Suplementar da AIDA-Brasil. Acadêmica da Academia Nacional de Seguros e Previdência – Setor Saúde Suplementar (ANSP).

Goldete Priszkulnik, Mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto

MBA em Gestão de Planos de Saúde. Executiva em Gestão em Saúde Suplementar e Consultora Sênior para Assuntos de Gestão, Regulação e Auditoria em Saúde. Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Auditoria Médica (SBAM). Diretora de Assuntos Institucionais da ISPOR – Capítulo Brasil.

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Publicado

2026-02-06

Como Citar

Pires Villas Boas, G., & Priszkulnik, G. (2026). O impacto do novo indicador do monitoramento da garantia de atendimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS nas operadoras de planos de saúde. Journal Brasileiro De Auditoria Em Saúde, 5(1), 33–43. https://doi.org/10.66305/jbas.v5i1.34